- em 24/11/2010

- Acabo de criar neste blog, a página OPINIÃO. O objetivo é abrir um espaço LIVRE e DEMOCRÁTRICO para podermos debater e trocarmos idéias sobre temas diversos, mas que tenham como FOCO PRINCIPAL: a elevação do BEM, da PAZ, e da melhor QUALIDADE DE VIDA.
- O envio das “opiniões” pode ser feito via email, com a devida solicitação e autorização para divulgação: lorto@uol.com.br
- Desnecessário frisar que todas as “opiniões” aqui publicadas serão da inteira e absoluta responsabilidade de seus autores; cabendo-lhes, portanto, o recebimento dos aplausos e das críticas.
(11/3/2012) / Aproxima-se a data das eleições para reitor na UFPB. Vários são os candidatos que almejam o importante cargo de administrar uma Instituição que orgulha a Paraíba e sua região. Todos os pretendentes, claro, tem conhecimento da dimensão dos desafios e da cota de responsabilidade exigida na missão de superá-los. Como docente daquela IFES, tenho direito ao voto; bem como a liberdade de manifestá-lo previamente. Sendo assim…
/MARGARETH – uma magnífica opção /
Passei a conhecer a professora MARGARETH DINIZ pelo tráfego nos corredores, auditório, e salas de aula do CCS da UFPB. Como docente da conceituada IFES, e vinculado ao Centro de Ciências da Saúde, é natural que eu possua melhores condições de observar ‘in loco’ as transformações -positivas e promissoras- verificadas naquele setor, nos últimos anos.
Em seu ‘todo’, a UFPB vem apresentando um crescimento compatível ao do país onde ela se encontra. Em sua ‘fração Saúde’, sabemos que a tarefa de administrar os compromissos institucionais [ensino, pesquisa, e extensão] adquire uma profunda interface com a demanda social, desejosa de uma melhor qualidade de vida. Enquanto diretora do CCS, a MARGARETH já provou, pelo conjunto da obra, que possui competência administrativa e sensibilidade com o resgate de débitos sociais.
Ganha qualquer IFES que puder contar com a professora MARGARETH como reitora. Felizmente esta real possibilidade está para acontecer em nossa UFPB, onde estará concorrendo nas próximas eleições para o reitorado. Todos que a conhecem de perto, afirmam que ela está PRONTA. Não pelo fato de desfrutarem de proximidade física ou social com a sua pessoa; mas sim por identificarem em seu perfil, uma servidora pública responsável e totalmente apta ao enfrentamento de desafios. Principalmente quando os mesmos se voltam para fazer uma ‘UFPB Mais’.
CD Ricardo Lombardi
professor/DCOS-CCS-UFPB
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(20/5/2011) / Conhecer e desfrutar da amizade do Professor FELIX DE CARVALHO é privilégio de muitos! Ainda bem! Sua figura nos faz acreditar que é possível conciliar dois grandes atributos do ser humano: conhecimento e simplicidade. Como ‘professor’, confunde-se com ‘amigo’, e vice-versa. Sua paixão pelo magistério, o credencia como EDUCADOR; comprometido em fazer valer o sentido maior desta palavra. Uma prova disso, pode ser verificada no texto abaixo – inspirado em mais uma demonstração do descaso político frente à educação. Obrigado pela vigilância, amigo professor!
DECISÃO ABSURDA DO MEC
Caro Ricardo. A respeito da decisão absurda do Ministério da Educação em distribuir, nas escolas de ensino fundamental, livros didáticos com graves erros de concordância, afirmando que as frases podem ser consideradas corretas, firmo o seguinte posicionamento: a) O MEC parte do pressuposto de que os jovens que falam e escrevem cometendo graves erros de concordância e outros desejam parmanecer no erro, embora estejam matriculados numa escola, justamente para corrigirem esses erros (esta é uma visão autoritária); b) O MEC parte do pressuposto de que esses jovens não têm competência para falar e escrever a língua portuguesa culta (esta é uma visão preconceituosa); c) O MEC vai expor esses jovens ao ridículo e a vexame, quando forem solicitados a apresentar um domínio mínimo das regras gramaticais, por exemplo, em entrevistas para emprego (esta é uma visão irresponsável e perversa); d) com essa decisão, o MEC nega a função principal da escola, que é justamente a transmissão dos conhecimentos linguísticos básicos, competência indispensável para o acesso ao mercado de trabalho, bem como para a promoção pessoal e profissional dos jovens (trata-se de uma cegueira total).
É preciso acrescentar o seguinte agravante: ao mesmo tempo em que reconhece como corretas frases contendo erros elementares, o MEC esclarece que, nos seus exames oficiais (ENEM, vestibular, dentre outros), será exigida desses alunos, em suas redações, a modalidade linguística culta. Veja que contradição. É de se perguntar: como esses jovens poderão escrever corretamente, se na escola foi-lhes dito que a modalidade linguística inculta também está correta? É prever e estimular o fracasso. Esses jovens não chegarão a uma universidade minimamente séria ou sequer consiguirão um emprego minimamente digno. Ouvi a autora da obra (cujo título emblemático é “Viver melhor”) afirmar que o objetivo dessa medida é combater o preconceito contra as pessoas que falam e escrevem erradamente; o outro objetivo, segundo a autora, é proporcionar a inclusão social desses jovens. Ora, os resultados serão totalmente contrários. Esses jovens serão discriminados em seus futuros ambientes de trabalho. E o que é mais grave: podem ser excluídos do mercado de trabalho, tendo em vista a falta de preparo em uma área tão exigida. Enfim, meu caro Ricardo, vida melhor esses jovens não terão. Na verdade, a única vida que vai melhorar é a da autora, que recebeu um polpudo dinheiro para escrever suas asneiras.
Abraços.
Felix
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(23/2/2011) / Conheci o TALVANE SOBREIRA como aluno de graduação. Renomado profissional da CBMF. Quem o conhece mais de perto, sabe que o TS possui outras atividades que desempenha com maestria: pintura, escultura, culinária, mergulho, pesca, e… aviação! Hoje, com a notícia da destruição da pista do Aeroclube/João Pessoa, local que o Talvane frequenta, ele enviou-me por email o texto abaixo. Após consultá-lo, o mesmo autorizou-me à publicação.
- Parece que vivemos em um país de ditadores sem a menor sensibilidade para uma causa tão simples. A destruição da pista do aeroclube é prova disto. Não vêem que a cidade é que cresceu para perto dele?! Uma entidade com mais de setenta anos e regulamentada e regida por um órgão federal (ANAC) não pode simplesmente ser demolida da noite para o dia, só para dar alegria aos especuladores imobiliários. Há alguma coisa por trás disso tudo. Por que não desapropriar o terrenão em frente ao busto de Tamandaré e tantos outros, só pra fazer parques?! Pessoal faça-se entender que se você tiver sua casa em uma situação como esta, terá que deixar seu carro na garagem e dormir no meio da rua. Mas um senhor de setenta anos, duro como ele, não cairá assim, tão fácil não.
CD Talvane Sobreira
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em 24/11/2010
– Eis a OPINIÃO inaugural (e inspiradora) desta recém criada página:
Cada vez mais, acredito ser muito benéfica a participação popular nas definições de TUDO que diga respeito à melhoria da qualidade de vida [e conseqüente bem-estar] dos habitantes, e das comunidades onde vivem. De fato, é no município-residência onde mais diretamente sentimos os efeitos dos erros e acertos administrativos de gestores e políticas públicas; também definidas por nós.
A este fabuloso poder, deu-se o nome de PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA – termo bastante explorado por candidatos em épocas de eleições. Infelizmente, esse belo instrumento que nos transforma em “co-responsáveis administrativos”, é exercido [ainda] de forma muitíssimo discreta. E isolada, o que é pior!
Como exemplo, e fazendo valer a minha parte neste contexto, faço a divulgação de um tema que – a custo financeiro irrisório – pode transformar, para bem melhor, o nosso prazer em viver nesta bela cidade. Trata-se de uma sugestão para que seja feita a relocação de um belo painel, de autoria do nosso genial FLÁVIO TAVARES, exposto na parede frontal do antigo prédio da PMJP (Rua Cardoso Vieira/Varadouro).
Não vamos perder tempo com as intermináveis discussões sobre o quando; como; por quê; e por quem a referida obra foi ali instalada. Ao invés disso, o que se constata é o fato de que – HOJE – a mesma encontra-se em local extremamente impróprio para atender à sua finalidade principal: ser vista e apreciada por muitos, levando emoção, sentimento, e prazer estético.
No local onde se encontra, não existe sequer nenhuma condição física e espacial para esse desfrute: a calçada é bem estreita; a rua de intenso e perigoso trânsito [faixa de coletivos margeia a calçada]; área comercial [pouca circulação aos domingos e feriados]; sem nenhum atrativo turístico [refiro-me àquele trecho]; vulnerável às múltiplas formas de vandalismo, e a toda sorte de intempéries climáticas e ambientais [chuva, sol causticante durante toda à tarde, e recebendo boas doses de dióxido de carbono oriundas do fluxo de veículos].
Caso o assunto adquira concordância de opiniões, estaremos fazendo valer a nossa força de cidadãos e cidadãs “co-responsáveis” pela melhoria da nossa qualidade de vida na cidade que tanto amamos, e pagamos impostos.
É fácil imaginar que os órgãos responsáveis pelo assunto ficarão satisfeitos com a ótima equação custo/benefício – caso a idéia ganhe adeptos e força, claro! Para fecharmos o assunto, faço – como sugestão e para análise – a indicação de um novo local para hospedar a obra: a parede frontal do bonito Mercado de Peixe de Tambaú.
Finalizo com as duas fotos relativas ao tema ora exposto. Acredito que, para melhor julgamento, as imagens sejam mais [e melhor] compreendidas do que as palavras usadas no presente texto.
Grato pela leitura e atenção.
Ricardo Lombardi de Farias – [JPA, 24/11/2010]



Achei uma ótima iniciativa, mas não sei se concordo com a relocação desse painel em especial.
Em vez de concentrar tudo que há de bonito na cidade em um lugar só, prefiro que a cidade inteira seja embelezada. O novo mercado do peixe de Tambaú já está magnífico, inclusive com obras de arte, o lugar se tornou um ótimo lugar tanto para turistas quanto para os próprios pessoenses.
Já o Centro Histórico parece que é sempre cada vez mais esquecido. Ali na Praça Anthenor Navarro, com o Coletivo Mundo e o Coletivo Sanhauá, há uma movimentação cultural cada vez mais intensa, e isso não se reflete na urbanização do lugar. O Varadouro está decadente, em ruínas, quando poderia haver um investimento muito maior da prefeitura, inclusive no sentido de estimular a ocupação de casarões abandonados, tanto para habitação ou até mesmo na criação de mais barezinhos ou restaurantes. É um lugar que tem potencial o suficiente pra ser tão ativo quanto o Recife Antigo. Em vez de tirar o que tem de bom lá e colocar tudo pra os turistas verem, se poderia revitalizar aquele espaço, pra se valorizar melhor o painel e a área da cidade. Afinal João Pessoa não pode ser só para os turistas, mas também pro povo. Senão a gente fica igual a Maceió, que só tem praia, e tudo que tem pra trás é sucateado.
Mas parabéns pela sua proposta de discussão de temas do tipo! Que venham mais participações democráticas
Um abraço
Caro Matteo: quero inicialmente agradecê-lo e parabenizá-lo pelo sensato comentário. A oportunidade não apenas credencia este espaço “OPINIÃO” em sua finalidade precípua, como também nos aproxima enquanto zelosos cidadãos desta bela cidade. Suas palavras são facilmente assimiladas por mim; nascido e criado na Rua Nova (catedral) e cercanias. Desde cedo, subindo/descendo ladeiras, identifiquei e adotei como referência de belo, o casario, as ruas e as praças da nossa “cidade baixa”. Sou incorrigível entusiasta das políticas públicas voltadas para preservar e revitalizar nosso centro histórico, apesar de percebê-las; poucas, sazonais e inócuas. Este É o nosso ponto de convergência! Outro dia conversei com Wills Leal sobre um projeto seu de revitalização da Rua Nova – na prateleira do esquecimento de algum órgão público há 18 anos!!
Concordo que João Pessoa deve manter-se bonita em todas as suas esquinas. Sei também que somos abençoados por contarmos com inúmeras ONG’s, artistas, cidadãos comuns (como eu e você), possuidores de muita sensibilidade estética; capaz de nos transformar em eternos guardiões e guardiãs deste belo patrimônio artístico e cultural. Foi por acreditar nessa prerrogativa que eu trouxe a obra do Flávio Tavares à pauta de discussões. Ela é apenas UMA. Acontece que, para obter a 2a fotografia, quase fui atropelado. Sem falar nos olhares incrédulos das pessoas que me viam, àquela hora, agachado em busca do melhor ângulo. O Varadouro, assim como as obras do Flávio, merecem nosso total carinho. Sigamos juntos nessa luta! Abs, RL
pelo ao menos voce agora é sex ou melhor sexagenário.kkkkkkk DELFINO