Ontem, fui dormir assistindo na TV a uma pequena e encantadora atleta dropando em fabulosa pista de skate, na busca de sua classificação.
O motivo do meu deslumbre era estar vendo, em tempo real, uma púbere atleta brasileira, deslizar sobre o seu instrumento de trabalho com elegância somente vista em deusas do Olimpo.
Ou em contos de fadas, caso prefiram.
Hoje, despertei com a constatação de que a pequena RAYSSA LEAL – sim, a nossa Fadinha – com apenas 13 anos, subiu ao pódio entre duas japonesas para receber a sua medalha de prata. E no Japão!!
A felicidade do meu despertar aumentou ainda mais ao perceber que, neste ‘rolê matinal’, posso sair de RAYSSA, e migrar para TAÍSA… outra deusa do Olimpo, que hoje completa mais uma primavera.
Para mim, as duas abordagens se cruzam com sentido lógico.
TATÁ também merece pódio. E de ouro, vale frisar!
Possui nipe!
Sempre que posso, ouso chamá-la de filhota.
Embora não possua o direito genético ao vocábulo, arvoro-me no prazer, honra e compromisso de dividir com mama LALA todas as preocupações e alegrias relativas à (minha e dela) prole.
Parabéns, TATÁ!
Não somente por HOJE, mas por todos os rolês que, juntos, já demos ou ainda vamos dar nessa imensa e linda pista de meu/nosso DEUS.
És uma linda FADA, filhota.



Ricardo
Acredito em talento e este não tem idade é um dom que pertence a esta menina que nos fascinou nesta madrugada.
Vamos torcer para que outras possam surgir e nos brindararem com alegrias num momento de tristezas .
Vamos Brasil mostre a sua raça!!!