Arquivo para julho \26\America/Recife 2021

26
jul
21

um rolê com Tatá

Ontem, fui dormir assistindo na TV a uma pequena e encantadora atleta dropando em fabulosa pista de skate, na busca de sua classificação.

O motivo do meu deslumbre era estar vendo, em tempo real, uma púbere atleta brasileira, deslizar sobre o seu instrumento de trabalho com elegância somente vista em deusas do Olimpo.

Ou em contos de fadas, caso prefiram.    

Hoje, despertei com a constatação de que a pequena RAYSSA LEAL – sim, a nossa Fadinha – com apenas 13 anos, subiu ao pódio entre duas japonesas para receber a sua medalha de prata. E no Japão!!

A felicidade do meu despertar aumentou ainda mais ao perceber que, neste ‘rolê matinal’, posso sair de RAYSSA, e migrar para TAÍSA… outra deusa do Olimpo, que hoje completa mais uma primavera.

Para mim, as duas abordagens se cruzam com sentido lógico.

TATÁ também merece pódio. E de ouro, vale frisar!

Possui nipe!

Sempre que posso, ouso chamá-la de filhota.

Embora não possua o direito genético ao vocábulo, arvoro-me no prazer, honra e compromisso de dividir com mama LALA todas as preocupações e alegrias relativas à (minha e dela) prole.

Parabéns, TATÁ!

Não somente por HOJE, mas por todos os rolês que, juntos, já demos ou ainda vamos dar nessa imensa e linda pista de meu/nosso DEUS.  

És uma linda FADA, filhota.

05
jul
21

será que a cura vem de fora??!

Acho que foi um pesadelo. Terá sido mesmo?!!

Acordei apavorado com a possibilidade de, nos dias atuais, uma nave alienígena pousar no ‘planeta brasil’ com a missão intergaláctica de analisar o perfil político e social de seus habitantes.

Espanto maior foi saber que a ‘régua’ utilizada para esta avaliação seria a coleta aleatória de textos oriundos de anônimos usuários das redes @nadasociais em suas beligerantes missões diárias de consertar ou incendiar de vez o mundo.

Lucro maior foi saber que não se levará em conta o zelo pela sintaxe dos referidos e bombásticos textos.

Das duas, uma: ou o tempo-em-solo do veículo astronáutico seria muito longo, quase perpétuo; ou talvez um brevíssimo pit stop provocado pelo espanto certamente encontrado no material de consulta.

No primeiro caso, estaria evidente que os habitantes do ‘planeta brasil’ precisariam de um profundo e demorado estudo com os maiores nomes da sociologia-psiquiátrica do cosmos contemporâneo.

Já no segundo, a interpretação estaria mais que evidente nas mensagens emanadas pela nave: “a coisa degringolou de vez… ficou irreversível… cura zero… a missão está cancelada”!

De volta ao pesadelo, e visando colaborar com a pesquisa dos extraterrestres, eu – se consultado fosse – iria pedir-lhes um pouco mais de paciência, pois a fonte principal da pesquisa (postagens nas redes @nadasociais) possuía um forte viés de tendenciosidade.

Não apenas pela frenética bipolarização política e/ou sadomasoquista da maioria dos usuários, mas sobretudo pela ira contida como consequência desta situação… extremamente agravada em tempos de pandemia.

Aos meus mais novos amigos ET´s, eu diria que a troca de tiros está por conta de um dos lados creditar ao outro, insanidade e coparticipação (trazida pelo voto) de tudo que está errado no momento.

Já o lado oposto, credita ao outro grupo insanidade e coparticipação (levada pelo voto) da bancarrota política que estava assolando o planeta brasil.

Meus pequenos e esverdeados amiguinhos sorriram da minha ingenuidade e disseram: – “então está fácil, ué?! Basta que vocês, ano que vem, votem em propostas e/ou pessoas que corrijam tudo isso”.

Agora foi a minha vez de soltar um tímido sorriso entre lágrimas, dizendo-lhes: -“podem partir… vocês jamais entenderão como a porra deste planeta brasil funciona”!

De volta aos pesadelos diários!!