
A mim não surpreende o ‘assunto Barreira’ estar pouco discutido neste momento de caça aos votos entre os candidatos às eleições municipais de EU LOVE JAMPA.
Fácil de entender; pois o debate continua o mesmo. Tudo gira em torno de provar que o adversário está mentindo, apresenta dados manipulados, formou alianças espúrias, não tem competência para o cargo, etc e tal… Forma caduca e horrível de fazer política. E vergonhosa!
A Barreira leva nítida desvantagem neste embate. Primeiro, porque ela é UMA SÓ… contra ‘milhares’ de casas construídas, empregos gerados, quilômetros asfaltados, entulhos removidos…dados rotineiramente contestados nos palanques, nas mídias, ou nos tribunais de contas.
Outro ponto a considerar: a Barreira é (ainda) gigantesca, sendo impossível esconde-la com tapumes. Custa muito dinheiro, além de demandar comprovada –e suprapartidária– competência técnico-científica. Não permite improvisos…é trabalho para especialistas. Também é obra de longo prazo de execução…impossível pretende-la concluída em uma única gestão. Ou mesmo duas. Ou três. Ou mais.
Por conta destas e de outras condicionantes, a Sociedade paraibana encontra-se bem vigilante com respeito às propostas oficiais de recuperação física e funcional da Barreira do Cabo Branco. A começar pelo desejo de abraçar um projeto que não traga dúvidas quanto à sua viabilidade de execução, além da certeza na previsibilidade de bons resultados.
O GAB tem consciência de que a cidade possui inúmeras prioridades, assim como fica incomodado com a inexistência de um ‘plano diretor’ – não elaborado em gabinetes, mas de forma transparente e amplamente discutido com a participação da população. Ou dos eleitores, caso prefiram.
Se hoje, os candidatos não abrem o verbo sobre o assunto, é porque acreditam tratar-se de um tema que não dá votos. Mas pode tirar, não é?!
A Barreira É a cara de João Pessoa. Ela está muito doente. Ela continua esperando com muita paciência. Nós NÃO!
(*)Grupo Amigos da Barreira
CD Ricardo Lombardi
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