NATAL COM ESTRELAS ORTODÔNTICAS
Para mim, o palco da Ortodontia brasileira conta hoje com algumas personalidades que me fazem ‘pegar estrada’ para assisti-las presencialmente – ao vivo e a cores.
Uma delas atende pelo nome de NELSON MUCHA; a quem, carinhosa e respeitosamente, eu chamo de guru. E acho que não estou sozinho nesta admiração: muito recentemente este gaúcho-carioca teve uma sua conferência rotulada como ‘top ten’ no templo sagrado do congresso americano de Ortodontia da AAO (New Orleans), com auditório lotado e até gringo sentado ao chão.
O guru MUCHA, faz por merecer. Possui estilo próprio na arte de transmitir conhecimentos, e sempre o faz com elevada responsabilidade didático-pedagógica. Sabe trafegar com maestria entre o erudito/clássico e o contemporâneo – caminho indispensável aos discípulos de Edward Hartley Angle que desejam [de fato] respirar Ciência e Arte.
E foi assim que ‘peguei estrada’ até Natal/RN, ao tomar conhecimento pelo professor HEITEL CABRAL – meu irmão potiguar e clone quase perfeito de Mahatma Gandhi – de que haveria naquela cidade mais um ‘Mucha in Concert’.
Rever o casal NELSON & MARIA LUCIA MUCHA na bela cidade de Natal, e ainda desfrutar do privilégio de abraçar amigos como Heitel, Moema, Haiane, Dickson, Emerson, Marcos Vinicius, Alexandre, Dennyson, e tantos outros… É (sem dúvida alguma) PRESENTE DE NATAL ANTECIPADO!
Um dos assuntos do curso abordou a Estética do Sorriso. Mas foi no jantar de encerramento que o “prazer do sorriso” foi desenvolvido como aula prática; principalmente quando comentamos o ‘susto’ que a plateia levou, por ocasião do encerramento do curso.
Passo a contar…
– ‘Coube ao nosso querido HEITEL proferir as palavras de despedidas e agradecimentos ao casal MUCHA. Talvez inspirado pelo clima natalino, o nosso Mahatma Téinho sacou de sua pasta uma folha de papel, com um texto-mensagem alusivo ao espírito jingle bells. O escrito dizia que todas as estrelas do cosmos haviam sido mandadas para a Terra; mas, devido ao comportamento humano, logo regressaram para o céu. De volta ao firmamento, as estrelas perceberam que apenas uma havia ficado na Terra. Foi então que Deus – continua o narrador – pediu para que outra estrela retornasse à Terra, para saber a cor daquela que havia ficado, bem como o local e o motivo de sua recusa em voltar’.
Foi neste exato momento que alguém da última fileira, falou baixinho: “vai dar merda: se for de novo vermelha, e tiver ficado outra vez em Brasília, estamos lascados”. Gargalhada geral, claro!
Ainda bem que HEITEL encerrou dizendo que a estrela era da cor verde, simbolizando a ESPERANÇA. Faltou apenas confirmar que a tal estrela verde estava entre nós; uma vez que, após o brilhante curso, e os momentos de congraçamento, cada um de nós saiu com a renovação deste sentimento – tanto no aspecto científico, quanto no social.
Feliz NATAL, gente!
CD Ricardo Lombardi
- Bônus: Jingle Bells / Sinatra: https://www.youtube.com/watch?v=FYLuKp3qSMQ






