Arquivo para junho \11\America/Recife 2014

11
jun
14

tempo de copa

TEMPO DE COPAcopa verde amarelo

 

Aproxima-se o momento, e o dilema hamletiano persiste: torcer ou não torcer, eis a questão!

Em tempo de Copa, o verbo assume integralmente o seu lado transitivo indireto: acompanhar a ação de outrem por simpatia e desejo que ele se saia bem (Aurélio).

Quer dizer: tem que vir de dentro! E de forma espontânea. Natural. Sem nenhuma forçada de barra.

E não é isso que está acontecendo. Pelo menos comigo!

Buscando entender a origem da apatia, como ex-peladeiro, vou logo dizendo que chuto para escanteio a hipótese de que seja ‘coisa da idade’.

Qual é?!

O desencanto vem sim pela constatação de que o cu$to do ‘pão e circo’ atingiu patamares que deixam mancando qualquer ‘pátria de chuteiras’ (viva Nelson!). Principalmente, quando a festafifa é em nossa casa!

O fato é que amanhã a bola vai rolar. Não mais nos estádios, mas sim em arenas. Faz sentido!

Que vença o da vez!

CD Ricardo Lombardi

06
jun
14

mexida geral

MEXIDA GERALassembleia a

Hoje (05/06), participei de mais uma assembleia dos alunos de Odontologia/UFPB, cujo objetivo era definir sobre o retorno às aulas, ou manutenção da paralisação.

Mais uma vez pude constatar o perfeito disciplinamento dos trabalhos: sequencia lógica de apresentação dos assuntos, direito pleno às manifestações, respeito ao contraditório e, por último, a votação.

Resultado: com uma diferença de apenas dois votos, venceu a opção pelo retorno às aulas.

Por absoluto respeito aos organizadores e participantes, desta vez mantive-me como simples espectador – em silêncio. Por alguns mais próximos, quando perguntado se eu gostaria de fazer uso da palavra, declinei de aceitar: bastava-me ouvir.

E bastou-me! Como ’professor farinha do mesmo saco’, o que pude ouvir e vivenciar nesses dias possibilitou-me chegar às seguintes conclusões:

i.        O movimento mostrou-se VITORIOSO [em toda a história do nosso curso não há registro de algo que – em tão pouco tempo – tenha evidenciado a urgente necessidade de promover mudanças estruturais e funcionais];

ii.        Tendo recebido a anuência dos outros segmentos (professores, gestores e funcionários), significa que mexeu na forma coletiva de pensar e agir;

iii.        O ineditismo de uma greve apenas de alunos de um determinado curso dentro de uma IFES é um fato que, após deflagrado, passa a conviver com o fantasma da ‘reprovação burocrática’ – fenômeno trazido pela impossibilidade do sistema gerar um calendário ‘específico’ àquele curso;

iv.        Nessa perspectiva, o calendário geral da IFES, prossegue aguardando – dos professores e com prazos determinados – o envio de documentos que informem o tic.tac das horas aula do período…

v.        …quer dizer: a GREVE é finita; o MOVIMENTO, NÃO!

A votação apertada não deve ser vista como divisão do grupo. Bem ao contrário: o quase empate técnico evidencia que as duas opções – retorno x não retorno às aulas – estão equivalentes e demonstram claramente que o MOVIMENTO PERMANECE VIVO* – apenas optou por cobrar e fiscalizar as mudanças reivindicadas e acatadas com a máquina (curso) em funcionamento; bem como considerou a deadline imposta pelo calendário.

(*) A criação de ‘Comissões Fiscalizadoras’ é um claro sinal de que 100% dos alunos estão cientes de que A LUTA CONTINUA!

PARABÉNS aos alunos: todos vitoriosos! A maior conquista: um curso de Odontologia mais comprometido com o BOM ENSINO!

CD Ricardo Lombardi

Reunião de professores e funcionários de disciplinas clínicas. Pauta: aprimoramento das atividades.

Reunião de professores e funcionários de disciplinas clínicas. Pauta: aprimoramento das atividades.