COISA DE LOUCO (ou de dentista brasileiro)
Pelas redes sociais, até porque não existe outro meio, temos lido centenas de textos/depoimentos de colegas -profissionais de odontologia- manifestando suas insatisfações com relação ao defasado modelo político administrativo do seu Conselho Maior de classe: o CFO.
Acho que estamos batendo na tecla errada! Tenho percebido que os textos vão se transformando em verdadeiras ‘obras literárias’, porém nenhum efeito de mudança é observado. É mais ou menos como se estivéssemos trabalhando no dente errado: a dor não passa.
– O que fazer, então?!
Acho que primeiro, devemos entender que alguns dos nossos colegas que ocupam cargos nos CRO’s e CFO, também (sim, TAMBÉM!) já perceberam que a coisa anda mal. Não é possível que estejam habitando em outro planeta. O fato é que perderam o ‘trem da história’ na medida em que não souberam (ou será que não quiseram?!) promover as mudanças longamente esperadas pela classe; entre elas: oferecer total transparência dos seus atos políticos, administrativos, e financeiros; e um novo [e bem mais JUSTO] modelo de eleger os seus novos representantes.
Não faz sentido mais de 240.000 dentistas desconhecerem o que é DELEGADO-ELEITOR e, mesmo assim, uma fração ínfima deste universo se aventurar nos 27 estados da Federação a uma disputa quixotesca, contra MÁQUINA e PODER azeitados por 47 anos (idade do CFO) do mesmo óleo lubrificante vencido, usado em 1964/65. São heróis! Merecem o ouro olímpico!
– Como ficamos, então?!
Comecemos por fazer o diagnóstico certo! Para isso, devemos criar -até em redes sociais- um documento (espécie de abaixo-assinado) que permita fazer a seguinte consulta à classe/BR: “VOCÊ GOSTARIA QUE O SEU CONSELHO FOSSE MAIS TRANSPARENTE E DEMOCRÁTICO?!”
Vamos ver o que acontece!
CD Ricardo Lombardi